29 novembro, 2005
28 novembro, 2005
Assim é a vida

Hypomnemata#3 - Anotado ao acaso na página do dia 27 de Junho de 1984 (neste dia a minha irmã fez 22 anos).
"Assim é a vida, cair sete vezes e levantar-se oito"
Poema Popular que acompanha as bonecas japonesas Daruma. Acompanha uma foto que me mandou o P. Uma foto que para ele tinha um significado especial pela sua eloquência.
25 novembro, 2005
Las tempestades
Hypomnemata#2 - Anotado na página do dia 8de Março de 1984 (neste dia parece ter nascido o sol às 7:oo).
(...) As tempestades têm, por vezes, o súbito poder de desvendar um tempo desde há muito carregado de nuvens __e de pôr à prova a força daqueles que elas apanham, desprevenidamente (...) Que terras novas trarão elas à nossa vista? Com que amizades e traições então nos confrontaremos?
Que maravilhas, até esse momento desconhecíamos?
(...)
Théodore Fraenkel, 1950
Há que saber querê-las. Às tempestades. Deixar que nos surpreendam e nos levem por novos caminhos. Pergunto-me quantas me poderão ter atingido e que rumos segui depois dessa descarga. Estarei atento ao mais mínimo sinal de tormenta e preparar-me-ei para outra grande descoberta.
(...) As tempestades têm, por vezes, o súbito poder de desvendar um tempo desde há muito carregado de nuvens __e de pôr à prova a força daqueles que elas apanham, desprevenidamente (...) Que terras novas trarão elas à nossa vista? Com que amizades e traições então nos confrontaremos?
Que maravilhas, até esse momento desconhecíamos?
(...)
Théodore Fraenkel, 1950
Há que saber querê-las. Às tempestades. Deixar que nos surpreendam e nos levem por novos caminhos. Pergunto-me quantas me poderão ter atingido e que rumos segui depois dessa descarga. Estarei atento ao mais mínimo sinal de tormenta e preparar-me-ei para outra grande descoberta.
24 novembro, 2005
Bonjour tristesse. (2)
Hypomnemata#1 - Anotado na página do dia 12 e 14 de Março de 1984 (neste dia parece ter havido um teste de Semiótica).
(...) Uma frieza, pois, mas construída pelas cinzas de muitas fogueiras, à noite acesas; de muitos fogos que, em tempos nos queimaram a memória. Flocos de neve formados pelo vapor de água que se libertou de muitas tardes de sol, esgotadas; estalactites cristalizadas pelo sangue irrigado de muitos animais esquecidos.
Uma maturidade.
Uma paixão sublimada.
Uma extrema minúcia.
Eis o que é, muitas vezes para nós, o sinónimo de "frieza".
(...)
Théodore Fraenkel
Voltarei mais vezes a este senhor Fraenkel. É brilhante este texto que me esbofeteia com a explicação desse "frio" tão especial que muitos de nós podemos levar dentro e que é resultado de um largo processo de aprendizagem. Não o recomendo. É um "frio" que nos pode ser útil mas nunca verdadeiro.
(...) Uma frieza, pois, mas construída pelas cinzas de muitas fogueiras, à noite acesas; de muitos fogos que, em tempos nos queimaram a memória. Flocos de neve formados pelo vapor de água que se libertou de muitas tardes de sol, esgotadas; estalactites cristalizadas pelo sangue irrigado de muitos animais esquecidos.
Uma maturidade.
Uma paixão sublimada.
Uma extrema minúcia.
Eis o que é, muitas vezes para nós, o sinónimo de "frieza".
(...)
Théodore Fraenkel
Voltarei mais vezes a este senhor Fraenkel. É brilhante este texto que me esbofeteia com a explicação desse "frio" tão especial que muitos de nós podemos levar dentro e que é resultado de um largo processo de aprendizagem. Não o recomendo. É um "frio" que nos pode ser útil mas nunca verdadeiro.
22 novembro, 2005
17 novembro, 2005
16 novembro, 2005
15 novembro, 2005
Lola
Que bonita! Recebe-me com uma alegria que me enternece cada vez que entro pela porta entreaberta. É sempre ela que recebe a primeira carícia. Ele está algures pela casa, fingindo que não me espera, escutando a troca de afectos entre os dois, que somos três...."misus, misus..." diz-lhe ele... e eu a derreter por dentro.












