Bonjour tristesse. (2)
Hypomnemata#1 - Anotado na página do dia 12 e 14 de Março de 1984 (neste dia parece ter havido um teste de Semiótica).
(...) Uma frieza, pois, mas construída pelas cinzas de muitas fogueiras, à noite acesas; de muitos fogos que, em tempos nos queimaram a memória. Flocos de neve formados pelo vapor de água que se libertou de muitas tardes de sol, esgotadas; estalactites cristalizadas pelo sangue irrigado de muitos animais esquecidos.
Uma maturidade.
Uma paixão sublimada.
Uma extrema minúcia.
Eis o que é, muitas vezes para nós, o sinónimo de "frieza".
(...)
Théodore Fraenkel
Voltarei mais vezes a este senhor Fraenkel. É brilhante este texto que me esbofeteia com a explicação desse "frio" tão especial que muitos de nós podemos levar dentro e que é resultado de um largo processo de aprendizagem. Não o recomendo. É um "frio" que nos pode ser útil mas nunca verdadeiro.
(...) Uma frieza, pois, mas construída pelas cinzas de muitas fogueiras, à noite acesas; de muitos fogos que, em tempos nos queimaram a memória. Flocos de neve formados pelo vapor de água que se libertou de muitas tardes de sol, esgotadas; estalactites cristalizadas pelo sangue irrigado de muitos animais esquecidos.
Uma maturidade.
Uma paixão sublimada.
Uma extrema minúcia.
Eis o que é, muitas vezes para nós, o sinónimo de "frieza".
(...)
Théodore Fraenkel
Voltarei mais vezes a este senhor Fraenkel. É brilhante este texto que me esbofeteia com a explicação desse "frio" tão especial que muitos de nós podemos levar dentro e que é resultado de um largo processo de aprendizagem. Não o recomendo. É um "frio" que nos pode ser útil mas nunca verdadeiro.

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