31 julho, 2006
Come fly with me...
Que me pareço a Frank Sinatra quando jovem, dizia no outro dia A. um amigo do P.A surpresa inspirou-me para o cartaz deste ano do seu aniversário. Em 4 dias estarei a caminho de Sitges. I'll fly with him.
17 julho, 2006
Serenidade.
Eram pouco mais das onze e um quarto e o livro caiu-me das mãos. Fechei os olhos e adormeci. Não um estado profundo de inconsciência mas sim um torpor que me permitia sentir a brisa da noite sobre o meu corpo e algum ruído à minha volta. Não todos os ruídos, pelos vistos. O P. levantou-se e fez-me uma série de fotos enquanto dormia. Esta manhã recebi-as com surpresa por correio.Também me mandou uma mensagem onde me chamou "serenidade".
Devolvo-lhe o elogio. Acaso alguém pode dormir assim, sem sentir a profunda serenidade de tudo o que o rodeia.
Sim. Também adormeço por cansaço mas ontem, juro que estava sereno e tudo o que me rodeava era o P.
10 julho, 2006
Não crescemos, definitivamente.
Sem querer ou pelo menos sem ser essa a intenção, escapámo-nos da onda de calor que assolou Madrid no fim-de-semana e fomos até um hotel de montanha em Navacerrada, a apenas 40 km da cidade e com menos 12 graus de temperatura.Dizia ao P. que me sentia no Canadá pois nunca tinha estado numa floresta de abetos e pinheiros a 1600 metros de altitude, frente a um pico ( "La Maliciosa") que ostenta a notável altura de 2322 metros. Passeios pelos caminhos de floresta, vistas magníficas sobre o Vale da Barranca, o lago de Navacerrada e a montanha. A maior parte do tempo, de molho na piscina do hotel a observar os hóspedes. Eram todos um bom grupo de "freaks" a quem inventámos vidas e imaginámos histórias divertindo-nos imenso. Que diriam eles de nós?: o "casalinho" do descapotável dourado seria o mais agradável de ouvir... Enfim, o fim de semana terminou num Spa acabado de estrear em Majadahonda com uns amigos. Havia um "rio" em círculo onde nos deixávamos levar pela corrente. Ainda ouço as gargalhadas do P. montado em cima de 4 chouriços de espuma e brincando como um "chaval". Não crescemos, definitivamente. Que bom!

